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Uísque diz que vai pagar o táxi da balada

Tá no Estadão de hoje e nos sites de propaganda por aí: pra fazer um barulho pela responsabilidade ao volante pós-’lei seca’, o Johnnie Walker diz que vai bancar o táxi dos paulistanos no sábado à noite. O esquema vai valer por um mês, das 19h de sábado às 5h de domingo, e deve cobrir trajetos de até 10 km (R$ 27) — se o caminho for maior, o pinguço paga o que sobrou.

Para ganhar a corrida grátis, é só ligar para 5069-0404 ou 2163-9555 e dizer a senha-campanha da marca: ‘Quero meu piloto da vez’. Vale para maiores de 18 anos; origem e destino devem ser na capital.

E aí, será que vai pegar? Vai faltar carro? A testar…

Extra, extra!

Foto no Flickr do yon_demon.

Cow Parade — Japanese style

ToyArt

Até dia 18 de agosto, por aí. Esse da foto de cima está na Av. Paulista.

Shopping Cidade Jardim, a savana hype paulistana

Depois do enviAthos especial ter se aventurado pelo shopping Bourbon Pompéia, domingo foi dia de alguém do Urbanistas se embrenhar no mais novo (se é que já não abriram outro de ontem para hoje) shopping da cidade, e com direito a jardim. Cidade Jardim! Rá!

Ao errarmos a entrada uma vez, aproveitamos para passar pela Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, aquela que fica presa em cabos e não tem passagem para pedestres. Idas e vindas depois, encontramos a entrada, logo depois de um ponto de ônibus.

A garagem é um labirinto, mas muito bem sinalizada pelas dezenas de pessoas que ficam fazendo seta com os braços e apontando o caminho das vagas. As vagas, aliás, são as maiores da categoria! Cabe um utilitário sem grandes manobras e ainda sobra espaço para uma escola se samba realizar o recuo da bateria. Já o Porsche Cayenne fica na medida, mas sem perigo da bater a porta no companheiro ao lado. Mas carrões estavam em falta nesse fim de semana, ou estavam todos no valet. O preço é semelhante ao dos outros shoppings, R$5,00 a primeira hora e com sistema Sem Parar funcionando.

Ao entrar no setor das lojas, um som ambiente embala o pessoal, em altura equilibrada, pelos estreitos corredores que engarrafam em alguns momentos, mesmo com poucas pessoas caminhando por ali. E lá está o jardim, com as sibipirunas, coqueiros e outras plantas (artigo raro) transplantadas de todas as áreas do terreno para o centro e topo da construção retangular, sob a ausência de teto e o céu da metrópole. Os ventiladores de teto e a cor ocre/cimento acentuam o clima de savana urbana, e pode-se tirar uma confortável soneca nas cadeironas dos “chill outs” centrais.

Com quatro andares perceptíveis – dois em ação, um em stand by e outro ao ar livre – e mais ou menos 120 estabelecimentos comerciais funcionando (outros 60 devem abrir ao longo do ano), a riqueza de detalhes e a sensação de acolhimento, mesmo para os pobres mortais, encanta. Foco no banheiro, todo em pedra, com ralos estratégicos e um funcionário sempre à postos, que impedem a formação daquele riacho de água na pia e perto dos “espaços de desapego”. Apenas duas folhas bastam mesmo para secar muito bem as mãos. Recomendados que as mulheres, furtivamente, entrem no banheiro masculino para conhecer os mictórios, a Ferrari do segmento!

Pausa para um sorvete da Mil Frutas (R$7,00 uma bola; limão siciliano não é para os fracos) e para observar a Baked Potato, o mais simples dos pontos de alimentação espalhados por lá. Fila suportável na Lanchonete da Cidade, com vista para SP, e no Nonno Ruggero, uma ilha de mesas e cadeiras um pouco angustiante. Kosushi estava tranqüilo, e a cozinha é visível para quem está no corredor. Perca muitos minutos vendo o pessoal regar os pratos com shoyu. Sede? Não gaste com água, pois os bebedouros também são lindos e divertidos.

No terraço, depois de passar pelo andar fechado, a vista é deslumbrante e a cara é de um “quintalzão”. É por ali o acesso ao Cinemark, que é igual aos outros por enquanto, nada demais. Ok, não tem a terrível música da Trama nas salas, enquanto o filme não começa. E ricos também furam a fila da pipoca e sentam no lugar que não compraram…

Para não sair de mãos abanando, algumas trufinhas caríssimas e saborosíssimas da superlativa Pati Piva, que tem uma esquininha lá, uma camiseta branca Zapalla, uma passada de mão nos tapumes europeus e cor de abóbora da Hermés (só em 2009), tchauzinho para Kate Moss enooorme da entrada da Longchamp e sacolas ao ar, para fazer a linha Sarah Jessica Parker. A loja mais bonita, na votação do júri popular, é a Tânia Bulhões perfumes.

Na saída, um tapa na cara para voltar ao mundo real. A porta da garagem já está meio avariada e o odor do Rio Pinheiros dá o seu recado. E evite olhar pela janela da Daslu. Tem máquinas trabalhando e concreto respingando das obras nas torres residenciais e comercial que ficam em cima do shopping e prometem agregar muito mais movimento ao ainda aprazível local.

Ah! Para quem ficou sem crédito, bateria ou ainda faz parte da parcela da população que não tem um calular (e aposto que também não tem perfil no Orkut), há muitos orelhões espalhados por lá, em pontos estratégicos, e com adaptação para deficientes.

Foto Web Luxo.

Aposentadoria no Corpo de Bombeiros

Os paulistanos participaram prestaram uma justa homenagem, na manhã de ontem, aos bombeiros da cidade. Nas comemorações do Dia do Bombeiro Brasileiro, no Parque da Independência, a população se despediu das cadelas Dara e Anny, usadas nos trabalhos de resgate da cratera do metrô e do acidente da TAM em Congonhas.

As cadelas da raça labrador chegaram a ser oficialmente homenageadas pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), num ato que distribuiu medalhas aos 94 bombeiros e 47 policiais militares envolvidos nas buscas às sete vítimas da cratera do metrô. A marca da aposentadoria foi a retirada do colete de bombeiros do pescoço das duas.

Do site dos Bombeiros:

Os adestradores que estão com elas desde o começo as levarão para casa. “A Anny tem um temperamento perfeito para o trabalho, é um orgulho levá-la comigo”, diz o cabo Maximiliano Panagassi, que tem em casa mais dois cachorros que farão companhia à cadela. Já o cabo Clóvis Benedito de Souza fala com encanto de sua parceira: “É uma ferramenta de trabalho que tem sentimento. Ela é uma colega de trabalho e companheira de ocorrência. Sempre me deu muito carinho e agora vai descansar o merecido”.

O canil do 1º Grupamento de Bombeiros, localizado no Ipiranga, possui 12 cães que ajudam os profissionais em diversas atividades. As cadelas aposentadas auxiliavam no resgate a vítimas. Mas no canil existem os que rastreiam drogas e outras substâncias. O treinamento de cada cão depende da função que vai desempenhar e o tempo médio da prestação do serviço é de 12 anos, quando eles já não possuem a mesma habilidade que antes.

Extra, extra!

Foto no Flickr da Urban.Girl.

Vídeo da Semana

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Jardim Botânico

Jardim Botânico

O Jardim Botânico de São Paulo abre de quarta a domingo e feriados, das 9:00 às 17:00 horas, exceto sexta-feira santa, 25 de dezembro e 1º de janeiro. A entrada inteira custa R$3 e a de estudante R$1. Crianças até 10 anos não pagam.

O Jardim está em reformas, revitalizando o Ipiranga, mas apesar de um que outro tapume, não impede a visita. Tem restaurante a peso, água potável espalhada pelo parque e banheiro limpo. O herbário é aberto à visitação e pode fotografar. Apenas uma das 2 estufas está funcionando. Pode fazer pique-nique (ao contrário do Jardim Botânico do Rio, aparentemente o Ibama daqui é diferente do de lá). Tem espaço de sobra para deixar os pequenos soltos e a trilha para a nascente do Ipiranga é uma delícia.

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Extra, extra!

Foto no Flickr do Antonio Carlos Castejón

Speedy fora do ar em SP

Cerca de 25% dos usuários de banda larga do País, todos concentrados no Estado de São Paulo, amanheceram sem internet nesta manhã. Por um problema nos sistemas da Telefonica, o Speedy não funcionou o dia inteiro e milhares de pessoas ficaram sem comunicação.

Além dos usuários residenciais, a queda no sistema do Speedy deixou diversas repartições públicas sem sistema. Delegacias ficaram sem fazer boletins de ocorrência, o PoupaTempo não conseguiu poupar o tempo de ninguém e até os bancos, públicos e privados, ficaram sem conexão.

Segundo o UOL:

A Anatel (Agencia Nacional de Telecomunicações) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda está apurando os motivos da pane nos serviços de transmissão de dados da Telefônica. Por enquanto, não há estimativa do total de usuários afetados, nem dos serviços que estão indisponíveis.

Até a publicação deste post, o sistema da Telefonica ainda não havia voltado. Os consumidores que se sentirem prejudicados pela falha podem (e devem) reclamar no Procon e, caso necessário, entrar com ação no Tribunal de Pequenas Causas.